FCM na mídia

Agosto 2017

  • Fantástico

    Drauzio Varella conta a história de dois médicos sempre alertas, à espera de órgãos que salvam vidas no episódio de Tudo pela Vida – Quando o Remédio É Tentar o Impossível. Há três anos, Wellington Andraus é coordenador de transplantes de fígado do Hospital das Clínicas de São Paulo.

    Um dos quatro responsáveis pelo primeiro transplante de útero da América Latina, Andraus também salvou a vida de Marcelo. Aos 40 anos, ele tinha um casamento feliz e dois filhos pequenos, mas expectativa de vida de poucos meses por conta de uma doença grave e incurável. Sua espera durou 45 dias.

    Já Carlos Lavagnoli, do HC da Unicamp, foi o responsável pelo transplante de coração feito em D. Wilma em pleno dia das mães.  Aos 56 anos, ela tem três filhos, três netos e esperava por um coração desde 2013. Emocione-se com as histórias de Tudo pela Vida.

  • Globo.com

    A população de negros enfrenta mais dificuldades do que os brancos para conseguir tratar a hipertensão, principal doença responsável por causar acidente vascular cerebral (AVC). A constatação foi feita por uma pesquisa da Unicamp que avaliou os principais fatores de risco para a ocorrência de AVC. Segundo o pesquisador, cardiologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas em Campinas (SP) Wilson Nadruz Júnior, o controle da doença é possivel, mas demanda tratamento mais intensivo.

  • Revista News

    Uma pesquisa conduzida na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp por Gabriel Boer Grigoletti Lima pretende mostrar as dimensões e implicações do estresse gestacional e desnutrição no desenvolvimento de desordens psiquiátricas futuras.

    “Busquei avaliar os efeitos da restrição proteica durante a gestação e amamentação sobre a estrutura do hipocampo na prole de ratos machos e o comportamento relacionado à memória e emoções, principalmente a ansiedade e o medo”, explica Gabriel.

Julho 2017

  • Carta Campinas

    O professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, Luís Fernando Tófoli, participa de um bate-papo em bar de Campinas na terça-feira, 01 de agosto, para falar do ayahuasca, a substância utilizada no Santo Daime.

    Tófoli vai abordar as pesquisas e a política em relação ao ayahuasca e o uso psicoterapêutico de psicodélicos, seus efeitos, a neurociência da ayahuasca e seu potencial terapêutico. O bate-papo faz parte da programação Chopp comCiência.

  • Nexo Jornal

    Há diversas formas de essa resistência acontecer. Ao portal UOL, em 2015, o infectologista Plinio Trabasso, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), explicou: "O [modo] mais comum é a bactéria produzir enzimas que 'digerem' os antibacterianos. Mas pode ocorrer o espessamento da parede celular da bactéria (o que impede que o antibacteriano penetre na célula); pode ocorrer uma alteração do local por onde o antibacteriano se liga (então o fármaco não tem como agir sobre a bactéria); e, algumas vezes, a bactéria ativa uma 'bomba' que joga o antibiótico para fora da célula e impede que o fármaco atue".

  • Revista Época

    Esse tipo de efeito colateral é mais frequente quando o medicamento é ingerido oralmente, na forma de xaropes, por exemplo. Sua ação é distribuída para todo o corpo, afetando diferentes processos do organismo. Os médicos restringem o uso de corticoides orais apenas para momentos de crise. “Como seu efeito é mais rápido, pode solucionar a crise em questão de horas”, afirma a pneumopediatra Adyleia Pontera Toro, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

  • Galileu

    “Na maioria das vezes, a tentativa de suicídio só acontece se a pessoa tem algum transtorno. Mas, na verdade, é tudo resultado de uma grande conjunção de fatores”, afirma o psiquiatra Carlos Cais, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

  • DOL

    “Mas todas as crianças que iniciam o controle nos primeiros meses de vida e mantêm a dieta apresentam desenvolvimento perfeitamente normal e sem esses sintomas”, destaca Vitória Régia Pinheiro, hematologista responsável pelo Serviço de Referência em Triagem Neonatal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).