Planes da FCM delineia ações para objetivos estratégicos

Iniciado em fevereiro, o Planejamento Estratégico (Planes) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp avança para a Fase de Execução, com o delineamento de ações estratégicas para os objetivos da unidade, pensados para os próximos cinco anos. Para essa nova etapa, funcionários de diversas áreas administrativas da faculdade foram convidados a integrar equipes de trabalho que proporão e acompanharão o andamento de cada ação.

De acordo com o diretor Associado da FCM Roberto Teixeira Mendes, diferentemente do que acontece em outras empresas, em que o resultado final da produção é facilmente identificado pelo produto gerado, em uma unidade de ensino do porte da FCM, a tarefa de mensurar os resultados exige maior refinamento.

“A FCM, assim como a própria universidade, é uma unidade bastante complexa, que trabalha em diferentes frentes, da assistência ao ensino de graduação. Às vezes, é difícil para um funcionário da área administrativa, enxergar o resultado final do seu trabalho. E quando um trabalhador não enxerga o resultado final do seu trabalho, ele perde a identidade”, disse.

Para Teixeira, o Planes é o momento ideal para que a comunidade da FCM perceba a importância do trabalho desenvolvido. “Às vezes, desempenhar a nossa atividade é muito mais difícil do que fazer qualquer carro sofisticado, mas nós não enxergamos. Bons médicos, bons profissionais de saúde e bons pesquisadores, nós não encontramos com facilidade por aí. A proposta é pensar em como vamos nos organizar no mundo de hoje – sabendo que estamos dentro da universidade e que existem processos aos quais precisamos seguir – para dar conta daquilo que consideramos como tarefa principal”, observou.

Segundo explicou a orientadora metodológica do Planes da FCM Eneida Rached Campos, a nova etapa do planejamento estratégico dá prosseguimento às atividades realizadas no mês de fevereiro, quando os participantes categorizaram os sonhos futuros a partir de quatro grandes perspectivas, intituladas como Usuários, Processos, Aprendizado e Crescimento e Financeira e Administrativa.

“Ao todo, foram construídos 14 objetivos estratégicos. Para construir o futuro, nós temos que desdobrar esses objetivos em projetos, com o objetivo de responder quais ações monitoráveis faremos no presente visando o futuro que queremos. Da oficina realizada em fevereiro surgiram 33 projetos. Agora, iremos propomos um método de implantação e acompanhamento dos projetos para os próximos cinco anos”, disse Eneida.