Qualificações e Defesas

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Candidato(a): Gisele Almeida Batista Orientador(a): Sarah Monte Alegre
Doutorado em Clínica Médica
Apresentação de Qualificação Data: 09/12/2020, 14:30 hrs. Local: Remoto
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Banca avaliadora
Titulares
Jose Barreto Campello Carvalheira - Presidente
Ricardo De Lima Zollner
Denise Engelbrecht Zantut Wittmann
Suplentes
Carmen Silvia Passos Lima

Candidato(a): Fernando Augusto Borges de Oliveira Orientador(a): Daniel Ferraz De Campos Mazo
Mestrado em Clínica Médica
Apresentação de Qualificação Data: 10/12/2020, 08:00 hrs. Local: https://meet.google.com/fsw-ncgh-bgu
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Banca avaliadora
Titulares
Cristiane Kibune Nagasako Vieira Da Cruz - Presidente
Ciro Garcia Montes
Tiago Seva Pereira
Suplentes
Denise Engelbrecht Zantut Wittmann

Identificação de bacilos Gram-negativos não fermentadores e sua participação em processo de biorremediação de lodo de esgoto: provas bioquímicas convencionais, VITEK®-2, MALDI-TOF e sequenciamento genético

Candidato(a): Débora Sant'Anna de Andrade e Silva Orientador(a): Patricia Moriel
Mestrado em Ciências Médicas Coorientador(a): Carlos Emilio Levy
Apresentação de Defesa Data: 10/12/2020, 09:00 hrs. Local: Integralmente à distância: https://youtu.be/uuOjqXrwEC4
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Banca avaliadora
Titulares
Patricia Moriel - Presidente
Marcelo Lancellotti
Nilton Erbet Lincopan Huenuman- Universidade de São Paulo
Suplentes
Alessandro Lia Mondelli - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - Botucatu
Marcelo Brocchi

Resumo


A biorremediação do lodo de esgoto visa diminuir os níveis de substâncias tóxicas nele presentes, possibilitando seu reaproveitamento como fertilizante agrícola. O processo é realizado por comunidades bacterianas, sendo aperfeiçoado pela presença de bioestimulantes como o bagaço de cana-de-açúcar, rico em nutrientes e oxigênio, essenciais para o desenvolvimento das bactérias. Entre estas, os bacilos Gram-negativos não-fermentadores são capazes de degradar ampla variedade de compostos. Presentes tanto no ambiente quanto em amostras clínicas, pouco se sabe sobre eles além de seu comportamento patogênico. Durante um processo de biorremediação de Lodo de Esgoto e associações (Lodo + Solo, Lodo + Bagaço e Lodo + Solo + Bagaço) realizado ao longo de 6 meses (e analisado no 1º, 3º e 6º mês), 12 gêneros de bacilos Gram-negativos não-fermentadores foram detectados em 86 isolados: Achromobacter, Acinetobacter, Advenella, Alcaligenes, Bordetella, Castellaniella, Kaistia, Ochrobactrum, Pseudomonas, Pusillimonas, Sphingobacterium e Stenotrophomonas. Sua identificação ao nível de espécie foi realizada por métodos fenotípicos (convencional e VITEK®-2), espectrometria de massas MALDI-TOF (VITEK®MS e Microflex LT) e sequenciamento genético (16S rRNA e outros genes). Os métodos fenotípicos apresentaram acurácia razoável na identificação ao nível de gênero e pobre ao nível de espécie. Ambos equipamentos MALDI-TOF apresentaram boa acurácia ao nível de gênero, mas diferiram ao nível de espécie (VITEK®MS, pobre e Microflex LT, superficial). O sequenciamento do gene 16S rRNA apresentou acurácia excelente ao nível de gênero, mas pior desempenho ao nível de espécie, sendo necessário uso de outros genes. Todos os métodos foram capazes de identificar os gêneros Pseudomonas, Sphingobacterium e Stenotrophomonas. Entretanto, o mesmo não foi observado com relação a Achromobacter, Acinetobacter, Alcaligenes, Bordetella e Ochrobactrum, pois os isolados pertencentes a estes gêneros nem sempre foram corretamente identificados por estas técnicas, ficando a identificação final a cargo do sequenciamento genético. Gêneros isolados com menor frequência (Advenella, Castellaniella, Kaistia e Pusillimonas) somente foram identificados após o sequenciamento do gene 16S rRNA. Houve maior quantidade e variedade de micro-organismos durante o 3º mês do processo de biorremediação, em que ocorreram alterações nas espécies envolvidas com relação à comunidade inicial e queda na contagem de micro-organismos no 6º mês em função da disponibilidade, consumo e competição por substratos, assim como aparecimento de gêneros não detectados pelas metodologias convencionais.

HISTERECTOMIA TOTAL VERSUS SUBTOTAL PARA CONDIÇÕES GINECOLÓGICAS BENIGNAS – UMA ATUALIZAÇÃO DA REVISÃO COCHRANE

Candidato(a): Marcelo de Arruda Faber Orientador(a): Luiz Gustavo Oliveira Brito
Mestrado em Tocoginecologia Coorientador(a): Cassia Raquel Teatin Juliato
Apresentação de Defesa Data: 10/12/2020, 09:30 hrs. Local: Integralmente à distância por meio do link: https://cutt.ly/Shq2wrZ
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Banca avaliadora
Titulares
Luiz Gustavo Oliveira Brito - Presidente
Paulo Augusto Ayrosa Galvão Ribeiro
Lucia Helena Simoes Da Costa Paiva
Suplentes
Daniela Angerame Yela Gomes
Armando Antunes Júnior

Resumo


Introdução: A retirada cirúrgica do útero por patologias ginecológicas benignas pode ser realizada com ou sem a remoção do colo uterino no mesmo tempo cirúrgico. A histerectomia total (HT) consiste na remoção do corpo e colo uterinos, já a histerectomia subtotal (HST) preserva o colo uterino. Ambas os procedimentos podem ser realizados por mais de uma via de acesso. Devido a maior dissecção envolvida na retirada do colo, acredita-se que a HST causa menor repercussão nas estruturas adjacentes ao útero, trazendo menor morbidade para as pacientes a curto e a longo prazo. As funções urinária, sexual e intestinal podem ser mais afetadas caso o cirurgião opte pela retirada completa do útero. Objetivos:Atualizar uma revisão Cochrane ao comparar os resultados a curto e a longo prazo sobre os sintomas urinários e intestinais e função sexual da histerectomia subtotal com a histerectomia total devido a doenças ginecológicas benignas publicadas com artigos de 2011 a 2020. Métodos: Revisão sistemática dos ensaios clínicos randomizados selecionados dos seguintes bancos de dados: Cochrane Central Register of Controlled Trials, CENTRAL, MEDLINE, EMBASE, CINAHL, Biological Abstracts, National Research Register, a partir de dezembro de 2010. Os artigos incluídos passaram por análise de risco de viés e a qualidade de evidência foi avaliada pelo sistema GRADE. Variáveis dicotômicas foram analisadas em Odds Ratio enquanto variáveis contínuas foram avaliadas pelas diferenças entre as médias, ambas com intervalo de confiânça de 95 .O processamento de dados e a análise estatística foram realizados atraves do programa Review Manager Resultados: Um total de 2922 artigos foram encontrados na somatória das bases de dados; 35 artigos foram lidos de forma completa, e destes 8 foram selecionados e um artigo foi adicionado das listas de referências, totalizando 9 artigos avaliados.Novos dados adicionados mostram um risco aumentado, a longo prazo, de desenvolver incontinência urinária de esforço após a realização de histerectomia subtotal abdominal (OR 1.53, 95 IC 1.08 a 2.18). A histerectomia subtotal abdominal apresentou, também, menor risco para febre (OR 0.48, 95 IC 0.31 a 0.75) e retenção urinária (OR 0.23, 95 IC 0.06 a 0.81) no pós-operatório recente. A histerectomia subtotal laparoscópica, em relação a histerectomia total laparoscópica, apresentou uma redução significativa do tempo cirúrgico (MD - 14.38, 95 CI -21.31 a - 7.45), menor tempo de internação (MD -0.37, 95 CI -0.71 a -0.02) e menor tempo de retorno às atividades normais (MD -1.15, 95 CI -2.14 a -0.16). Conclusão:A HST possui um tempo menor de cirurgia tanto na via abdominal quanto na laparoscópica. A HST laparoscópica reduz o tempo de internação e de retorno as atividades normais em relação à HT laparoscópica. A HST abdominal reduz o risco de febre e retenção urinária no pós-operatório recente, porém aumentou o risco para incontinência urinária de esforço.

Significados de ser feliz na velhice e qualidade de vida percebida segundo idosos: Estudo FIBRA.

Candidato(a): Catherine Nicol Aravena Valero Orientador(a): Anita Liberalesso Neri
Mestrado em Gerontologia
Apresentação de Defesa Data: 10/12/2020, 10:00 hrs. Local: Integralmente à distância- http://meet.google.com/xmx-hhuo-zwi
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Banca avaliadora
Titulares
Anita Liberalesso Neri - Presidente
Maria José D'Elboux- Faculdade de Ciências Médicas - Universidade Estadual de Campinas
Keika Inouye- Universidade Federal de São Carlos
Suplentes
Paula Teixeira Fernandes
Marilene Rodrigues Portella - Universidade de Passo Fundo

Resumo


Significados de felicidade na velhice e qualidade de vida percebida têm papel orientador junto à personalidade dos idosos e à sociedade. Objetivo. Em amostra de idosos recrutados na comunidade, identificar associações entre significados do conceito ser feliz na velhice em linha de base (T1; 2008-2009) e pontuação na escala CASP-19 no seguimento (T2; 2016-2017). Métodos. Participaram 211 idosos sem déficit cognitivo sugestivo de demência em T1 e T2 (Me idade= 81,0 + 4,3 anos em T2) (66,8 mulheres). Resultados. A análise de conteúdo identificou 11 categorias subordinadas aos temas saúde e funcionalidade, bem-estar psicológico, relações interpessoais e recursos materiais. Junto com os dados da CASP-19 e seus fatores autorrealização/prazer e controle/autonomia, os resultados da análise de conteúdo foram submetidos a análises de regressão logística múltipla. Saúde e funcionalidade e recursos materiais foram menos citados do que relações interpessoais. Ausência de menções a saúde e funcionalidade e a recursos materiais em T1 associaram-se com OR= 2,03 (IC95 ;1,22-4,22) e OR= 2,44 (IC95 ;1,20-4,43) para pontuar alto em qualidade de vida em T2; não-menções a saúde e funcionalidade em T1 com OR=1,98 (IC95 ;1,00-1,98) para pontuar alto em autorrealização/prazer. Menções a relações interpessoais associaram-se com OR=1,92 (IC95 ;1,08-3,41) para pontuar alto na CASP-19. Idosos com 80 a 84 anos tiveram 2 vezes mais chance de pontuar alto em autorrealização/prazer do que os de 72 a 79 anos. Conclusões: Significados de felicidade e qualidade de vida conforme indivíduos em idade avançada, caracterizados por envelhecimento ótimo, são multidimensionais e consagram a supremacia do bem-estar eudaimônico sobre o hedônico.