topo

 

Área de Farmacologia

FUNCIONARIOS DOS BIOTERIO DA FARMACOLOGIA

Agnaldo Fernando de Azevedo – Profissional para assuntos universitário
Edna Aparecida Ropoli – Auxiliar de Biotério
Emerson Adonis Imazaki Otero – Profissional para assuntos Universitários
Ivani Franco Correia dos Santos – Auxiliar de Biotério

LABORATORIOS

Fisiopatologia e Farmacologia do Diabetes Mellitus
Equipe: Edmyr Rosa dos Reis (Biomédico)

FUNCIONARIOS APOSENTADOS

NÃO ESTÃO TRABALHANDO JÁ ESTÃO FORA DA UNICAMP
Elen Cristina T. Landuci
Maísa Costa dos Santos
Miguel Borges da Silva
Rosiane de Fátima Ambrosio

LABORATORIOS DE FISIOPATOLOGIA E FARMACOLOGIA DO DIABETES MELLITUS

Em meu laboratório nós desenvolvemos atualmente duas linhas de pesquisa que focam no metabolismo energético. A primeira linha de investigação explora as alterações ambientais que ocorrem durante o período getacional e lactacional e como estas influenciam à longo prazo o metabolismo materno e da role. A segunda linha de investigação foca no estudo das relações entre ritmos biológicos e ajustes metabólicos. Em ambos os casos, nó utilizamos técnicas clássicas de medidas de parâmetros metabólicos aliada a análise de microRNA por RT-PCR.

FARMACOLOGIA DO TRATO UROGENITAL E RESPOSTA INFLAMATÓRIA

Este Laboratório se destina a investigar a fisiopatologia de processos inflamatórios agudos e crônicos, de natureza alérgica e não-alérgica. Utiliza-se, para tanto, modelos experimentais de asma, edema, pleurisia, peritonite e pancreatite. A resposta experimental alérgica é investigada em condições patológicas como obesidade, diabetes e pré-exposição a toxinas bacterianas. Visamos elucidar a participação da via de sinalização NO-GMPc em funções eosinofílicas (adesão, quimiotaxia e desgranulação). Na parte da farmacologia do trato urogenital, os projetos deste laboratórios visam visam aprofundar os conhecimentos sobre a fisiopatologia da musculatura lisa do trato urinário inferior (bexiga urinária, uretra e próstata) e do tecido erétil em condições patológicas como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, dislipidemias e síndrome metabólica. Realizamos medidas funcionais da reatividade da musculatura lisa in vitro e in vivo, acompanhadas de métodos analíticos, bioquímicos e moleculares do tecido em estudo. Damos ênfase à contribuição
das vias de sinalização NO-GMPc, adenil ciclase-AMPc e Rho-kinase.

HISTOMORFOMETRIA E PATOLOGIA MOLECULAR APLICADA

O laboratório iniciou suas atividades em 2009, com o ingresso do Prof. Dr. André Almeida Schenka na carreira docente, nesta Instituição. Inicialmente, a linha de pesquisa concentrava-se na identificação de células-tronco neoplásicas em diferentes modelos experimentais de câncer mamário. Atualmente, a equipe dedica-se à descoberta e caracterização de novos fármacos com ações primárias sobre células-tronco neoplásicas de diferentes tipos de neoplasias malignas. Dentre as substâncias estudadas, destacam-se nanoestruturas desenvolvidas na própria Universidade.

LABORATORIO FARMACOLOGIA BIOQUIMICA E TOXICOLOGIA

O Laboratório de Farmacologia Bioquímica e Toxinológica (FARBIOTOX) foi criado tendo como principal linha de pesquisa o isolamento e caracterização bioquímica, imunológica e farmacológica de toxinas animais (principalmente serpentes e artrópodes), com ênfase nos efeitos locais (edema, hemorragia e necrose) e sistêmicos (alterações hemodinâmicas, renais e neurotóxicas) das peçonhas. Tem atuação na toxinologia básica e na toxinologia clínica, esta última através de colaboração com o Centro de Controle de Intoxicações (CCI) do HC-UNICAMP. O laboratório conta com infraestrutura para a purificação e caracterização bioquímica de proteínas e peptídeos, bem como a realização de diversos ensaios biológicos (in vivo e in vitro) e análises histológicas e (imuno)histoquímicas. As atividades do laboratório são apoiadas por auxílios à pesquisa e/ou bolsas da CAPES,CNPq e FAPESP.

LABORATORIO DE REATIVIDADE PLAQUETÁRIA

O grupo estuda a reatividade plaquetária, especialmente na sepse. Agregação e adesão plaquetária e liberação de espécies reativas de oxigênio e ativação da glicoproteína alfaIIbbeta3 são aspectos frequentemente investigados em nossos trabalhos. Mais recentemente, o grupo vem estudando a modulação da reatividade plaquetária pela citocina fator de necrose tumoral alfa (TNF-α).

FARMACOLOGIA CLÍNICA

Esta linha de pesquisa abrange estudos de biodisponibilidade e bioequivalência de medicamentos. Etapa clínico-histórica, novos medicamentos, biodisponibilidade e bioequivalência, estudos clínicos, aspecto de segurança. Administração do medicamento, coleta de material biológico, manuseio de amostras biológicas, documentação, responsabilidades. Etapa analítica: fundamentação teórica. Método bioanalítico. Etapa estatística com os estudos dos métodos para bioequivalência. Desenvolvimento de novos medicamentos. Estudos clínicos fase zero para investigação da farmacocinética de novos fármacos. Estudos clínicos fase I. Caracterização in vitro e in vivo de novos metabólitos.