Qualificações e Defesas

Nenhum resultado encontrado

Candidato(a): Alessandro Adad Jammal Orientador(a): Vital Paulino Costa
Doutorado em Ciências Médicas
Apresentação de Qualificação Data: 14/12/2020, 15:00 hrs. Local: Integralmente à distância.
Veja mais / Fechar
Banca avaliadora
Titulares
Carlos Eduardo Leite Arieta - Presidente
Jose Paulo Cabral De Vasconcellos
Mônica de Cássia Alves de Paula
Mônica de Cássia Alves de Paula- FCM-UNICAMP
Suplentes
Camila e Silva Zangalli - FCM-UNICAMP
Alexandre Soares Castro Reis - FCM-UNICAMP

Protocolo assistencial para pacientes obesas com Sintomas do Trato Urinário Inferior atendidas no Ambulatório de Obesidade da Unicamp.

Candidato(a): Thairo Alves Pereira Orientador(a): Carlos Arturo Levi Dancona
Mestrado Profissional em Ciência Aplicada à Qualificação Médica
Apresentação de Defesa Data: 15/12/2020, 08:00 hrs. Local: integralmente a distancia
Veja mais / Fechar
Banca avaliadora
Titulares
Carlos Arturo Levi Dancona - Presidente
Celia Regina Garlipp
José Carlos Cezar Ibanhez Truzzi- Escola Paulista de Medicina - UNIFESP
Suplentes
Ricardo Destro Saade - Universidade Estadual de Campinas
José Tadeu Nunes Tamanini - Escola Paulista de Medicina - UNIFESP

Resumo


Introdução: A obesidade é conhecida por ser um fator de risco significativo para disfunções do trato urinário inferior. Fatores de estilo de vida têm um papel importante na etiologia dos Sintomas Trato Urinário Inferior (STUI), podendo afetar negativamente a autoestima e a qualidade de vida social, desempenho profissional e sexual. Objetivos: Avaliar a prevalência da incontinência urinária e o padrão urodinâmico nas mulheres participantes do programa de Cirurgia Bariátrica da UNICAMP. Comparar os resultados obtidos com a população geral na mesma faixa etária. Desenvolver um protocolo assistencial para tratamento dos STUI apresentados pelas pacientes. Métodos: Estudo prospectivo observacional. As participantes selecionadas responderam à uma anamnese (avaliação de comorbidades como HAS, DM e dislipidemia) e aos questionários de bexiga hiperativa (ICIQ-OAB) e o de incontinência urinária (ICIQ-SF). Foram diagnosticadas de acordo com os sintomas apresentados (Incontinência Urinária de Esforço - IUE, Bexiga Hiperativa - BH e assintomáticas). Realizava-se exame físico (com avaliação de dados antropométricos, circunferência abdominal e Índice de Massa Corpórea - IMC) e uroginecológico. O diagnóstico de Síndrome Metabólica (SM) foi feito de acordo com os critérios estabelecidos pela Federação Internacional de Diabetes em 2006. Na sequência, foram encaminhadas para realizar avaliação urodinâmica (AUD). Para as variáveis numéricas foram utilizados os testes paramétricos de Mann-whitney e Kruskal-wallis, seguido do teste post-hoc de Dunn para identificação das diferenças. Para avaliação dos fatores relacionados com o diagnóstico foi utilizada a análise de regressão logística. Resultados: De 121 participantes, 109 mulheres completaram o protocolo. A mediana da idade foi de 42,5 anos e a média do IMC foi de 45,11±7,5kg/m2. Dentre todas, 54 (49,54 ) eram hipertensas, 19 (17,43 ) eram diabéticas e 20 (18,35 ) preenchiam critérios para diagnóstico de SM. Cinco mulheres (4,58 ) eram obesas, 25 (22,94 ) eram obesas graves e 79 (72,48 ) eram obesas mórbidas. No grupo de pacientes normais a média do ICIQ-OAB foi de 4,22 pontos e ICIQ-SF 4,7 pontos; no grupo de pacientes com BH a média foi de ICIQ-OAB 8,1 pontos e ICIQ-SF 10,9 pontos; já no grupo com IUE a média foi de ICIQ-OAB 8,0 pontos e ICIQ-SF 11,8 pontos. A prevalência de BH foi de 31,19 (n=34), dentre as quais 44,11 (n=15) apresentavam Incontinência Urinária de Urgência. A prevalência de IUE foi de 20,18 (n=22). Os diagnósticos urodinâmicos das pacientes estudadas foram de 33,02 (n=36) de Hiperatividade Detrusora (HD) e 16,51 de IUE. Na AUD as pacientes obesas grau 3 apresentaram a primeira sensação mais precocemente que as obesas grau 1 ou 2 (129±56,58ml versus 80±67,62ml; p=0,0104); assim como o desejo miccional (200±78,9ml versus 140±87,55ml; p=0,0120). A PPE das obesas mórbidas foi significativamente maior que as demais (142±40,58cmH2O versus 75,50±46,15ml; p=0,0475). A idade é um fator risco para IUE (OR 1,079; IC 1,013-1,149; p=0,0180). Conclusão: Em mulheres obesas, tanto a prevalência de IUE (20,18 ), quanto a de BH (31,19 ) são significativamente maiores que nas populações de mulheres não-obesas (3,7 -7,9 e 8,7 -11,9 , respectivamente). Quanto à AUD, 50,45 são normais, 33,02 apresentaram HD e 16,51 IUE. O grau de obesidade está diretamente relacionado com um prejuízo da capacidade cistométrica das pacientes. A perda de peso, seja por mudança de hábitos ou cirúrgica, é uma terapia eficaz para o tratamento de STUI. Devido à alta prevalência, faz-se necessários uma busca ativa dessas pacientes com um protocolo de diagnóstico e tratamento do STUI.

Candidato(a): Paula Haveroth Takegawa Orientador(a): Marcio Lopes Miranda
Mestrado Profissional em Ciência Aplicada à Qualificação Médica
Apresentação de Qualificação Data: 15/12/2020, 09:00 hrs. Local: integralmente a distancia
Veja mais / Fechar
Banca avaliadora
Titulares
Marcio Lopes Miranda - Presidente
Antonio Goncalves De Oliveira Filho
Joaquim Murray Bustorff Silva
Suplentes
Luiz Roberto Lopes

Candidato(a): Bruno Bracco da Silva Orientador(a): Paulo Kharmandayan
Mestrado Profissional em Ciência Aplicada à Qualificação Médica
Apresentação de Qualificação Data: 15/12/2020, 09:00 hrs. Local: on line
Veja mais / Fechar
Banca avaliadora
Titulares
Paulo Kharmandayan - Presidente
Davi Reis Calderoni
Fernando Fabricio Franco- Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas
Suplentes
Ivan Felizardo Contrera Toro

Candidato(a): Bruno Ramos Gomes Orientador(a): Luis Fernando Farah De Tofoli
Doutorado em Saúde Coletiva
Apresentação de Qualificação Data: 15/12/2020, 09:00 hrs. Local: Sala Virtual do Google Meet
Veja mais / Fechar
Banca avaliadora
Titulares
Luis Fernando Farah De Tofoli - Presidente
Juan Carlos Aneiros Fernandez
Mauricio Fiore- Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Suplentes
Edward John Baptista das Neves McRae