Qualificações e Defesas

Candidato(a): Jéssica Ribeiro Alves Silva Orientador(a): Paulo Cesar Pires Rosa
Mestrado em Farmacologia
Apresentação de Qualificação Data: 29/10/2020, 09:00 hrs. Local: integralmente à distância
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Banca avaliadora
Titulares
Stephen Hyslop - Presidente
Flávio Junior Caires- Faculdade de Ciências - UNESP - Campus Bauru
Cristiane Cabral de Melo- Universidade Federal de Alfenas-UNIFAL-MG
Suplentes
Leticia Norma Carpentieri Rodrigues - Universidade Federal de São Paulo - Campus Diadema
Edson Antunes

Candidato(a): Andreza Vertuan Orientador(a): Carmen Silvia Passos Lima
Mestrado Profissional em Oncologia
Apresentação de Qualificação Data: 29/10/2020, 13:00 hrs. Local: Integralmente a distancia
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Banca avaliadora
Titulares
Carmen Silvia Passos Lima - Presidente
Jose Paulo Cabral De Vasconcellos
Denise Engelbrecht Zantut Wittmann
Suplentes
Gustavo Jacob Lourenço - Universidade Estadual de Campinas

AVALIAÇÃO DA FORÇA DA MUSCULATURA RESPIRATÓRIA NO PRÉ-OPERATÓRIO E TREINAMENTO DA MUSCULATURA INSPIRATÓRIA COM UM DISPOSITIVO ELETRÔNICO NO PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDOS A HEPATECTOMIA - ESTUDO RANDOMIZADO

Candidato(a): Marcelo Gustavo Pereira Orientador(a): Ilka De Fatima Santana Ferreira Boin
Mestrado Profissional em Oncologia
Apresentação de Defesa Data: 29/10/2020, 13:30 hrs. Local: integralmente a distância, Pelo link: meet.google.com/rbc-rrpz-bif
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Banca avaliadora
Titulares
Ilka De Fatima Santana Ferreira Boin - Presidente
Renato Ferreira da Silva
Elaine Cristina De Ataide
Suplentes
Luciana Castilho de Figueiredo - Universidade Estadual de Campinas
Cristina Aparecida Veloso Guedes - Centro Universitário Hermínio Ometto - UNIARARAS

Resumo


Na oncologia moderna, muitos estudos têm se desenvolvido com enfoque em técnicas cirúrgicas e medicamentos, porém poucos são aqueles que abordam a importância da reabilitação pulmonar no pré e no pós-operatório, apresentando os benefícios específicos para cada procedimento cirúrgico ou tipo de neoplasia, visando minimizar as complicações respiratórias no pós-operatório e a melhor qualidade de vida do doente. Objetivos: Comparar a avaliação da força da musculatura respiratória no pré e no pós-operatório de hepatectomia realizada por laparotomia, a força da musculatura respiratória no pré com o pós-operatório, e se o treinamento da musculatura inspiratória apresentou melhora dos parâmetros estudados. Método: Tratou-se de um estudo prospectivo, randomizado, do tipo ensaio clínico, que comparou o grupo treinamento muscular inspiratório (GTMI) com o grupo controle (GC). Após a coleta dos dados sociodemográficos e clínicos, em ambos os grupos, no pré-operatório, no primeiro e no quinto dia do pós-operatório, foram avaliados e registrados sinais vitais e mecânica pulmonar por meio de volume minuto, volume corrente, capacidade vital, energia, fluxo inspiratório, volume, poder, pressão, pressão inspiratória e expiratória máxima. Anotou-se também o valor de albumina e bilirrubina para a pontuação do escore Albumin-Bilirrubin (ALBI), que avalia o índice de mortalidade neste perfil de paciente. Após a randomização e a alocação dos participantes, os do GC realizaram fisioterapia convencional e os do GTMI realizaram fisioterapia convencional mais TMI ─ em ambos os grupos por cinco dias do pós-operatório. Resultado: 76 indivíduos apresentaram critérios de elegibilidade. A coleta de 41 participantes foi concluída: 20 no GC e 21 no GTMI. O diagnóstico mais frequente foi de 41.5 com metástase hepática, seguido de 26.8 com CHC. Quanto aos antecedentes, 19.5 apresentavam cirrose hepática; 14.6 , hepatite C; 56.1 apresentavam neoplasia prévia; 39 já haviam realizado quimioterapia; 19.5 eram tabagistas ou ex-tabagistas, com um maior número no GTMI (28.6 ). Quanto às complicações respiratórias no GTMI, não houve nenhuma incidência. No GC, houve três complicações respiratórias. Os pacientes do GC classificados com ALBI escore 3 apresentaram, estatisticamente, maior valor de energia em comparação aos pacientes classificados com ALBI escore 1 e 2 (p= 0,0187). As variáveis respiratórias, medidas no pré-operatório e no primeiro dia de
pós-operatório, tiveram uma queda significativa nos dois grupos do pré-operatório para o primeiro dia de pós-operatório (p= <0.0001). Porém, quando comparados o pré-operatório e o quinto dia de pós-operatório entre o GTMI e o GC, foi estatisticamente significativa a variável de PIM no GTMI. No pré-operatório, a média foi de 110.9 (±41) cmH2O e, após cinco dias de TMI, foi de 115.6 (±51) cmH2O; no grupo controle, no pré-operatório, foi de 115.4 (±73) cmH2O e no quinto dia de pós-operatório (99,6; ±68 cmH2O; p= 0.0131). Conclusão: Todas as medidas respiratórias mostraram redução no pós-operatório. O treinamento muscular respiratório com o uso do dispositivo Powerbreathe® aumentou a pressão inspiratória máxima e isto pode ter contribuído para menor tempo de internação e melhor desfecho clínico.

Frequência e avalição de fatores de risco no diagnóstico de Alergia ao leite de vaca em neonatos com sangramento retal

Candidato(a): Camila Paula Munhoz Aguirre Orientador(a): Maria Angela Bellomo Brandao
Mestrado em Saúde da Criança e do Adolescente
Apresentação de Defesa Data: 29/10/2020, 14:00 hrs. Local: Integralmente à distância - https://meet.google.com/hsh-yvsw-ahh
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Banca avaliadora
Titulares
Maria Angela Bellomo Brandao - Presidente
Margarida Maria de Castro Antunes
Mariana Porto Zambon
Suplentes
Maria de Fátima Corrêa Pimenta Servidoni - Universidade Estadual de Campinas
Mauro Batista de Morais - Universidade Federal de São Paulo

Resumo


Objetivo: Verificar a frequência do diagnóstico de alergia ao leite de vaca (ALV) realizado por meio de teste de provocação oral (TPO) em neonatos que apresentaram sangramento retal e avaliar fatores que possam estar associados ao diagnóstico de ALV. Método: Estudo retrospectivo em que foram incluídos pacientes acompanhados em serviço terciário que apresentaram sangramento retal no período neonatal e que apresentaram melhora dos sintomas após dieta de exclusão de leite e derivados e que realizaram TPO. Os dados analisados: gênero, idade gestacional, tipo de parto, uso materno de antimicrobianos durante o último trimestre de gestação, uso de nutrição parenteral antes da primeira manifestação, uso de ventilação mecânica, tipo de dieta antes da primeira manifestação, sintomas associados ao sangramento retal, tempo de dieta de exclusão antes da realização do TPO, resultado do TPO e sintomas apresentados nos casos de TPO positivos. Resultados: Foram selecionados 42 pacientes, sendo 30 prematuros, 34 partos cesárea, 10 em aleitamento materno exclusivo antes do sangramento retal. O TPO foi negativo em 33/42 (79 ) pacientes e positivo em 9/42 (21 ) pacientes. O tempo médio e a mediana de dieta de exclusão antes da realização do TPO foi de 6 meses, mediana de 5.8 meses (DP+ 4 meses). Não houve associação entre o resultado do TPO com os dados avaliados. O principal sintoma observado nos casos TPO positivo foi sangue nas fezes. Conclusão: O TPO foi negativo na maioria dos casos de suspeita de ALV por sangramento retal em neonatos, a maioria com antecedente de prematuridade. Os fatores avaliados não estiveram correlacionados ao resultado do TPO.

Candidato(a): Rafael Brandes Lourenço Orientador(a): Marcio Luiz Figueredo Balthazar
Mestrado em Ciências Médicas
Apresentação de Qualificação Data: 30/10/2020, 08:30 hrs. Local: Integralmente à distância.
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Banca avaliadora
Titulares
Marcio Luiz Figueredo Balthazar - Presidente
Marcondes Cavalcante Franca Junior - Presidente
Brunno Machado de Campos- Faculdade de Ciências Médicas / UNICAMP
Marcondes Cavalcante Franca Junior
José Eduardo Martinelli- Faculdade de Medicina de Jundiaí
Suplentes
Fernando Cendes
Clarissa Lin Yasuda
Brunno Machado de Campos - Faculdade de Ciências Médicas / UNICAMP