Qualificações e Defesas

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VARIABILIDADE GLICÊMICA DE CURTO PRAZO, OBTIDA POR TRÊS PERFIS DE SETE PONTOS DE AUTOMONITORIZAÇÃO DE GLICEMIAS CAPILARES, EM ADULTOS COM DIABETES MELLITUS TIPO 1

Candidato(a): Thais Barbarini Seabra Brasil Orientador(a): Elizabeth Joao Pavin
Mestrado em Clínica Médica
Apresentação de Defesa Data: 05/08/2021, 14:00 hrs. Local: Google Meet
Banca avaliadora
Titulares
Elizabeth Joao Pavin - Presidente
Arnaldo Moura Neto- Universidade Estadual de Campinas
Monica Andrade Lima Gabbay- UNIFESP
Suplentes
Sarah Monte Alegre
Sylka D'Oliveira Rodovalho - Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Resumo


Este estudo, transversal e observacional, avaliou a variabilidade glicêmica – VG (desvio padrão – DP – e coeficiente de variação – CV) – de curto prazo, obtida por meio de três perfis de 7 pontos de automonitorização de glicemias capilares, em adultos com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) atendidos em hospital público terciário e possíveis fatores clínicos, laboratoriais e emocionais associados. Foram estudados pacientes de ambos os sexos, ≥18 anos, com DM1 e seguimento no serviço há pelo menos seis meses. Os critérios de exclusão foram limitação cognitiva, dependentes de cuidadores, doenças psiquiátricas e comorbidades graves e gestantes. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa-Unicamp em 2018, CAAE: 80881317.7.0000.5404. Após receber monitor de glicemia, 25 tiras reagentes (ambos Accu-Chek PerformaÒ - RocheÒ) e lancetas, cada paciente foi orientado a realizar 21 glicemias capilares, sete ao dia, por três dias consecutivos. O cálculo da VG (DP e CV) foi feito utilizando-se o programa Accu-Chek Smart PixÒ - RocheÒ. O questionário T1DDS – versão brasileira – foi aplicado para avaliação do DD (escore total e das subescalas). As análises estatísticas incluíram: teste de Mann-Whitney e o coeficiente de correlação de Spearman. A associação entre as variáveis e o DP e CV foi avaliada através da análise de regressão linear; o p foi 5 . Estudamos 71 participantes: mulheres: 69 , idade: 34,6±12,2a, escolaridade: 12,4±2,6a; tempo de DM1: 23,0±9,8a; renda mensal entre um e três salários mínimos (53,5 ); sobrepeso ou obesidade (40,9 ); uso de insulinas NPH e Regular (33,8 ); e complicações microvasculares (62 ). A mediana da HbA1c foi 8,4 e a média glicêmica capilar, 154,3±58,1mg/dL. O DP (70,4±25,7mg/dL) e CV (43,1±9,3 ) estavam acima das metas em 76 dos pacientes. Variáveis com correlação significativa com DP: HbA1c (p<.0001); valor de glicemia mais alta entre as medidas (p<.0001), número de eventos de hiperglicemia >180 mg/dL (p<.0001) e >250 mg/dL (p<.0001). Em relação ao CV, as variáveis correlacionadas foram: HbA1c (p=0,0395); valores de glicemia mais alta e mais baixa entre todas aferidas (ambas com p<.0001) e eventos de hiperglicemia >250 mg/dL (p=0,0029). Neuropatia periférica, insulinoterapia NPH+R e HbA1c ³7 ou ³8,4 se associaram a maior DP (p=0,0361, p=0,0375, p=0,0015, p<0,0001). A adesão à dieta se associou a menor CV (p=0,0277). Pacientes que contaram carboidratos e utilizaram aplicativos para esta contagem apresentaram CV e DP menores, respectivamente: CV: p=0,0025 e DP: p=0,0104 e CV: p=0,0108 e DP: p=0,0054. A análise multivariada revelou que a média glicêmica mais alta, uso de insulina NPH+R, HbA1c elevada e mais hipoglicemias <54mg/dL foram os fatores mais relacionados ao DP; para a CV, as variáveis mais relacionadas foram: tratamento insulínico convencional, HbA1c elevada e mais eventos de hipoglicemias <70mg/dL. DD médio/alto foi identificado em 54,9 da amostra. O grupo com DD médio/alto na subescala S2 (manejo do DM) apresentou DP maior quando comparado ao grupo com DD baixo (p= 0,0170). O perfil ambulatorial de 21 pontos de glicemias capilares foi capaz de avaliar a VG a curto prazo em pessoas com DM1, e os níveis de DP e CV foram elevados na maioria dos casos. Uso de insulinas convencionais, HbA1c e eventos de hipoglicemias foram os fatores que mais se relacionaram ao DP e CV. A implementação deste protocolo de automonitorização ambulatorial poderá auxiliar no tratamento e controle glicêmico desta população.



Candidato(a): Bruna Gabriela Mechi da Silva Orientador(a): Helenice Yemi Nakamura
Mestrado em Saúde, Interdisciplinaridade e Reabilitação
Apresentação de Qualificação Data: 06/08/2021, 09:00 hrs. Local: Integralmente à distância - https://meet.google.com/xfp-
Banca avaliadora
Titulares
Helenice Yemi Nakamura - Presidente
Cláudia Giglio de Oliveira Gonçalves
Adriana Lia Friszman De Laplane
Lucieneida Dováo Praun- Universidade Federal do Acre
Suplentes
Gustavo Tenorio Cunha

PROTOCOLO INSTITUCIONAL PARA DIAGNÓSTICO E MANEJO DAS INFECÇÕES PÓS OPERATÓRIAS EM ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL E JOELHO

Candidato(a): Mateus Bergamo Lomaz Orientador(a): Rodrigo Goncalves Pagnano
Mestrado Profissional em Ciência Aplicada à Qualificação Médica
Apresentação de Defesa Data: 11/08/2021, 09:00 hrs. Local: Integralmente à distância
Banca avaliadora
Titulares
Rodrigo Goncalves Pagnano - Presidente
Guilherme Grisi Mouraria- Universidade Estadual de Campinas
Flávio Luís Garcia- Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
Suplentes
Mauricio Etchebehere
Murilo Tavares Daher - Universidade Federal de Goiás

Resumo


Introdução: As artroplastias são procedimentos cirúrgicos que visam substituir os componentes articulares com danos severos por próteses artificiais para restaurar a função articular. O joelho e os quadris são as principais articulações submetidas a artroplastia, sendo a osteoartrite a principal condição etiológica. As infecções pós artroplastias (IPA) podem acontecer em qualquer período de tempo no pós operatório. Objetivos: Elaborar um protocolo institucional para diagnóstico precoce dos pacientes com infecções pós operatórias em artroplastias de joelho e quadril bem como uniformizar o manejo e tratamento dos casos em consonância com dados atuais da literatura científica, adequando-os a realidade do HC-UNICAMP. Métodos: Os guidelines serão selecionados a partir das principais bases de dados como MEDLINE, PUBMED, Scielo e EMBASE a partir de uma revisão sistemática. O rigor metodológico dos trabalhos selecionados foram avaliados pela ferramenta AGREE II. Os trabalhos com perspectivas atuais publicados após a elaboração dos guidelines serão analisados a partir de uma revisão tradicional da literatura. A flora hospitalar será avaliada a partir dos registros da CCIH e revisão dos resultados de cultura/antibiograma. A viabilidade das evidências e condutas serão discutidas em cada setor envolvido para avaliar sua aplicabilidade. Resultados: Foram selecionados 7 guidelines e a qualidade metodológica avaliada pela ferramenta The Appraisal of Guidelines for Research & Evaluation (AGREE). A flora bacteriana foi representada por 49 microorganismos isolados entre 2010 e 2020. Após reunião com os setores envolvidos, os dados da literatura adequados a realidade prática do hospital. Conclusão: Foi elaborado um protocolo institucional a partir dos dados mais aceitos na literatura e com aplicabilidade operacional ao HC UNICAMP.



Utilização de edulcorantes de baixa caloria no Brasil: do rótulo a mesa

Candidato(a): Mariana Fagundes Grilo Orientador(a): Ana Clara Da Fonseca Leitao Duran
Mestrado em Saúde Coletiva
Apresentação de Defesa Data: 12/08/2021, 08:00 hrs. Local: Integralmente a distancia
Banca avaliadora
Titulares
Ana Clara Da Fonseca Leitao Duran - Presidente
Herling Gregorio Aguilar Alonzo
Neha Khandpur- Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo - USP
Suplentes
Adriana Pavesi Arisseto Bragotto
Tailane Scapin - Universidade Federal de Santa Catarina

Resumo


Introdução: Os edulcorantes de baixa caloria são aditivos adicionados a alimentos em substituição ou juntamente aos açúcares adicionados. Apesar das controvérsias em relação aos efeitos dos edulcorantes de baixa caloria na saúde, seu consumo vem aumentando em diversos países. No Brasil, dados acerca da quantidade de alimentos e bebidas com edulcorantes e de seu consumo pela população são limitados.

Objetivos: Essa dissertação de mestrado está dividida em dois manuscritos científicos que tem os seguintes objetivos: (1) avaliar a frequência de participação de alimentos e bebidas com edulcorantes de baixa caloria dentre produtos comercializados no Brasil e entre aqueles alimentos e bebidas direcionados para crianças e verificar se os produtos apresentam alegações nutricionais e de saúde que possam ajudar a indicar sua presença na composição; e (2) estimar o consumo de alimentos e bebidas com edulcorantes de baixa caloria em uma amostra de base populacional de Campinas, Brasil, e verificar quais categorias de alimentos e bebidas mais contribuem para o consumo de edulcorantes nesta população.

Métodos: Para responder o objetivo 1, utilizamos dados de 11.434 alimentos e bebidas embalados comercializados nas maiores redes supermercados brasileiros em 2017. Utilizamos a lista de ingredientes presente nos rótulos para determinar se edulcorantes foram adicionados aos produtos estudados. A frequência de participação de alimentos e bebidas com edulcorantes de baixa caloria foram descritas segundo a categoria de alimentos. Em uma subamostra, verificamos a adição de edulcorantes de baixa caloria em alimentos com publicidade direcionada para crianças. Por último, verificamos se os produtos com edulcorantes apresentaram alegações na frente da embalagem que poderiam sinalizar a adição de edulcorantes na composição. Para responder o objeto 2, utilizamos os dados do Inquérito de Saúde de Campinas (ISACamp 2014/15) e a Pesquisa de Consumo Alimentar e Estado Nutricional (ISACamp-Nutri 2015/16). Estimamos a prevalência do consumo de edulcorantes de baixa caloria e de cada classe de edulcorantes na população estudada. Descrevemos as categorias de alimentos mais frequentes no consumo de edulcorantes. Verificamos se a prevalência de consumo de alimentos e bebidas com edulcorantes variou segundo características individuais e presença de obesidade e diabetes. E por fim, estimamos as quantidades de edulcorantes consumidas.

Resultados: Verificamos que 9,3 do total de alimentos embalados estudados apresentavam edulcorantes de baixa caloria, sendo que, em 82,8 destes alimentos e bebidas, encontramos também açúcares adicionados. Dentre os alimentos e bebidas ultraprocessados (63.92 da amostra total), 14,6 tinham edulcorantes. Bebidas adoçadas não alcoólicas, cereais matinais e barras de cereais foram os grupos com a maior proporção de alimentos com edulcorantes. Edulcorantes foram também encontrados em 5,7 dos produtos com publicidade direcionada a crianças. E 40,0 dos alimentos e bebidas com edulcorantes não apresentavam quaisquer alegações na frente da embalagem que poderiam ajudar a sinalizar o consumidor de que foram adicionados ao produto. Quanto ao consumo, mais de 40,0 dos adolescentes, adultos e idosos da amostra de base populacional de Campinas reportaram consumir pelo menos um alimento ou bebida com adição de edulcorantes de baixa caloria. As categorias de alimentos que mais contribuíram para o consumo de edulcorantes em todas as faixas etárias foram bebidas adoçadas, adoçantes de mesa, iogurtes e outras bebidas lácteas. O consumo de edulcorantes entre adolescentes e idosos não variou segundo a renda familiar. Já os adultos com maior nível de escolaridade apresentaram uma maior prevalência de consumo. Ademais, a prevalência de consumo de alimentos e bebidas com edulcorantes não foi maior entre adultos e idosos com obesidade ou diabetes. As estimativas de consumo de edulcorantes não ultrapassaram a ingestão diária aceitável.

Conclusão: Nossos achados demonstram os edulcorantes são adicionados a diversos grupos de alimentos e bebidas vendidos no Brasil, incluindo produtos direcionados para crianças. Concomitantemente, seu consumo, apesar de não ter ultrapassado as ingestões diárias aceitáveis, foi frequente em toda a população estudada, independente da presença de condições que poderiam estimular um maior consumo, como obesidade ou diabetes.



DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2: FATORES ASSOCIADOS, PAPEL DOS POLIMORFISMOS PNPLA3 E FGF21 E BIOMARCADORES SÉRICOS

Candidato(a): Mauy Frujuello Mana Orientador(a): Daniel Ferraz De Campos Mazo
Mestrado em Clínica Médica
Apresentação de Defesa Data: 12/08/2021, 14:00 hrs. Local: ONLINE
Banca avaliadora
Titulares
Daniel Ferraz De Campos Mazo - Presidente
Cláudia Pinto Marques Souza de Oliveira- Faculdade de Medicina da USP
Rosamar Eulira Fontes Rezende- Universidade de São Paulo
Suplentes
Evandro de Oliveira Souza - Universidade de São Paulo
Cristiane Kibune Nagasako Vieira Da Cruz

Resumo


Introdução: Doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) está associada à obesidade, doença cardiovascular e diabetes mellitus tipo 2 (DM2), relacionados também com fibrose hepática. Estudos recentes identificaram variantes no gene Patatin-like Phospholipase Domain Containing 3 (PNPLA3) associadas com esteatose e progressão da DHGNA, porém dados nacionais em diabéticos são escassos. Além disto, variantes no gene do fator de crescimento de fibroblastos 21 (FGF-21) também estiveram associadas com DGHNA em chineses normoglicêmicos, mas seu papel em brasileiros diabéticos é desconhecido. Nos últimos anos foram desenvolvidos biomarcadores séricos como citoqueratina-18 (CK-18) e FGF-21, que podem auxiliar na detecção de DHGNA e sua gravidade, porém estudos em nosso meio com estas ferramentas também são raros ou ausentes. Objetivos: 1- Avaliar a prevalência de DHGNA e fatores associados em coorte de pacientes com DM2 em acompanhamento ambulatorial de serviço terciário de saúde; 2- Estadiar a fibrose hepática nos pacientes com DHGNA através da elastografia hepática por Fibroscan® e por 2D-SWE; 3- Avaliar a associação de variáveis demográficas, clínicas e laboratoriais associadas com a presença de fibrose hepática significante (F≥2) e cirrose por Fibroscan® neste grupo de pacientes; 4- Avaliar o papel dos biomarcadores CK-18 e FGF-21 e polimorfismos nos genes PNPLA3 e FGF-21 para predição de DGHNA, fibrose significante e cirrose. Métodos: Estudo longitudinal no Ambulatório de Diabetes da Disciplina de Endocrinologia e no Gastrocentro da Unicamp em pacientes portadores de DM2. A esteatose hepática foi avaliada por ultrassom (US). A avaliação mecânica não invasiva da fibrose foi feita pela elastografia hepática por Fibroscan® e por 2D-SWE. Foram avaliados os níveis séricos dos biomarcadores CK-18 e FGF-21. Polimorfismos do PNPLA3 (rs738409 c.444 C>G) e FGF-21 (rs499765 C>G) foram obtidos por PCR em tempo real. Valor de p < 0,05 foi considerado significante nas análises estatísticas. Resultados: Foram avaliados 306 pacientes, sendo incluídos 158. Destes, 62 (98) eram mulheres, com idade média de 61,23 anos, 90,5 (143) apresentavam hipertensão arterial e 20,9 (33) tinha doença renal crônica. A média da circunferência abdominal foi 98,96 cm e do IMC foi 30,25 kg/m2. Em relação às complicações do DM2, 60,8 (96) apresentavam retinopatia, 38,6 (61) neuropatia e 52,5 (83) nefropatia diabética. O tempo médio de DM2 foi de 18,23 anos, e mediana de HbA1C de 8,1 . Ao US, 75 (118) dos pacientes apresentavam esteatose, 11 (17) sinais de hepatopatia crônica e cinco pacientes (3 ) apresentaram padrão de cirrose. Desta forma, a prevalência de DHGNA foi de 88,6 (140/158). Pelo FibroScan®, 17,3 (22) tiveram resultados sugestivos de fibrose significante/avançada (F2-F3) e 9,4 (12) de cirrose. Pelo elastografia por 2D-SWE, 13,5 (15) tiveram resultados de fibrose significante/avançada (F2-F3) e 10,9 (12) de cirrose. Não houve diferenças nas distribuições dos genótipos do PNPLA3 (p=0,6521) e do FGF-21 (p=0,8660) entre pacientes com e sem DHGNA. Na análise por regressão logística (ajustada por idade), esteve associada de maneira independente com DHGNA a presença de IMC alterado (sobrepeso e obesidade grau I, II e III, p=0.0024). Foram fatores independentemente associados à fibrose hepática significante ao FibroScan®: obesidade (OR: 2,837; IC95 : 1,043-7,719; p=0,0412), LDL (OR: 0,984; IC95 : 0,970-0,998; p=0,0212), gama GT (OR: 1,029; IC95 : 1,013-1,044; p=0,0002), e de cirrose: gama GT (OR: 1,022; IC95 : 1,008-1,036; p=0,0021) e genótipo GG do PNPLA3 (OR: 13,297; IC95 : 2,280-77,543; p=0,0040). Portadores no genótipo GG do PNPLA3, em comparação com genótipo CC, apresentaram valores mais elevados de gama GT (p=0,0336) e AST (p=0,0039), assim como resultados mais elevados de FibroScan® (p=0,0154) e 2D-SWE (p= 0,0039). Pacientes com genótipo CC do FGF-21 mostram valores mais elevados de gama GT do que os outros genótipos (p=0,0013). Não houve associação entre valores séricos de FGF-21 e CK-18 com os polimorfismos no gene PNPLA3 e FGF-21. Conclusões: DHGNA apresenta alta prevalência em pacientes com DM2, sendo que mais de um quarto dos acometidos apresenta fibrose significante / avançada. O PNPLA3 apresenta associação com fibrose nesta população, porém o papel dos níveis séricos de FGF-21 e dos seus polimorfismos ainda precisam ser elucidados.